Eu te olho de longe
E minha mente
Pára por um segundo
Imagino teu nome
O som de tua voz
O brilho de teu sorriso
Mas, quem sou eu
Além de um louco
Desconhecido
Que caminha sem destino
Mas, tenha paciência
Nada quero além de falar
Os poetas tem essas coisas
Que precisam espalhar
Para os ventos que sopram
E passam e secam lágrimas
Que não podem secar
Mas, o que são as lágrimas
Perto dos céus que estão em seus olhos?
Não pode haver dor neste momento
Apenas algo chamado “contemplamento”
Então desfile com seu sorriso
E com seus cabelos que dançam com os ventos
Deixe seu perfume trazer para meu mundo
Um pouco de esperança de novos amanheceres...
Pois as noites tem sido negras
Ainda mais quando se caminha só
Será que alguma vez, você acompanhou
E mesmo assim se sentiu perdida?
Procurando um lugar para se encaixar
Para ter alguma razão para se existir
E não desistir, de simplesmente seguir?
Mas, devo ser franco
Que o intuito não é questionar
É apenas lhe falar do meu apreciar
Mesmo de longe, venho até olhar
Pois neste mundo cinza que hábito
Um sol tão claro e lindo como você
É difícil de se passar desapercebido
E por favor, não pense que digo para tantas
Pois nem todas adormecem entre
Os poemas que ainda não escrevi
Em algum lugar de minha mente
Simplesmente corroída.

Eu te olho de longe

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