Te vejo nos versos que faço
criados, ditados por minha emoção,
minhas pretensões não escondo,
nem guardo em segredo
a doce ilusão.

És minha rima e compasso,
meu rumo, meu passo,
meu poema-canção...
que canta a paixão que aflora
no verso que chora
o amor de outrora.

Meu verso traz teu retrato
em mim tatuado
logrando a solidão.
E quando a saudade aperta,
e a hora incerta
me diz que não vens,
intensifico os meus versos,
deles faço teu regresso,
amarro-te em meu coração.

Versos que unem destinos,
que cruzam caminhos
na imaginação,
frutos do amor que alucina,
que buscam a utopia
da ressurreição.

Tenho-te em meus versos

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