Havia um brilho em seus olhos
Era como dois sois brilhando
Em apenas um céu
Minha alma de poeta
Fora atraída como insetos
E inesperadamente
Meus pensamentos estavam declamando
Palavras que um dia iria lhe dizer
Atos que um dia a ti iria fazer
E minha imaginação alçou voo
A céus já conhecidos
Desculpe, você pede para não mentir
Era o mesmo céu de sempre
Mas como você a existir
Ele teve a sua própria cor
Seu toque especial
Teu gosto e teu odor.
E prisioneiros na armadilha do destino
Deixamos levar como o pólen das flores
E vimos um campo verde e saudável
Que para nós, era mais um novo início
Uma nova chance de chegar onde sempre desejamos
Onde poderíamos nos realizar
Sem contos de fadas
Sem príncipes disfarçados de árvore de natal
Sem dragões para serem destruídos por uma espada de metal
Sem bruxas com maçãs de gosto fatal
Apenas eu e você
Juntando os restos de nossas vidas
Dos sonhos que se foram com a correnteza da decepção
Apenas eu e você
Em busca de um céu, da dita salvação.
De um sentimento, um firmamento,
Um nascimento? Renascimento
De toda fé quebrada e pisoteada
Pelos caminhos errados do destino
Quem somos e quem fomos não importa
Mas sim quem seremos
Pois entramos agora pela nossa porta
E daqui, ao menos não pretendemos ir embora.
Não agora, nem depois
Pois agora iniciamos realmente uma vida a dois.
Você e o mundo
O mundo do poeta que extasiado pela beleza
Não encontra palavras para narrar as riquezas... e assim o silêncio se faz.

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